sexta-feira, setembro 14, 2007

"Dai-me rosas e lírios
Dai-me flores, muitas flores
Quaisquer flores
logo que sejam muitas...
Não, nem sequer muitas flores
Falai-me apenas
Em me dardes muitas flores
Nem isso... Escutai-me apenas pacientemente
(quando vos peço)
Que me deis flores...
Sejam essas flores que me deis..."
Álvaro Campos

4 Comments:

Blogger 0.02 said...

Em 1950, quando Mao pede à China para dar o "grande salto em frente", o Exército de Libertação Chinês ocupa Lassa, a capital do Tibete. Perante o silêncio internacional, os chineses iniciaram um "programa" de dizimação da cultura e sociedade tibetanas, sob o pretexto de ajudar os tibetanos a regressarem à pátria-mãe chinesa e de os libertar do "jugo do feudalismo".

A destruição da cultura do Tibete e a opressão do seu povo foi brutal nos anos seguintes ao levantamento nacional resultando na morte de 1.2 milhões de Tibetanos, ou seja, um quinto da população. Muitos outros foram presos ou deslocados para campos de trabalho. Foi levado a cabo um processo de destruição de mais de 6000 mosteiros, templos e outros edifícios históricos.

5:32 da tarde  
Blogger Aspásia said...

NÃO CONHECIA TÃO BELO E FLORIDO POEMA DE A. CAMPOS...

É CASO PARA DIZER - VÃO-SE AS FLORES MAS FICA O PERFUME!...

BEIJINHO PERFUMADO*

12:05 da manhã  
Blogger 0.02 said...

ola!

então o Dalai deu-le bem?

Bonito e sexy poema

11:37 da manhã  
Blogger Brain said...

O Poeta,
Em todo o seu explendor!

Excelente escolha Narnia.

Baijo.

7:52 da tarde  

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